Expedição Excelência visita Vila de Paranapiacaba

11-07-2012 13:41

 

Nos meses de abril e maio de 2012, a DOCUMENTO promoveu a Expedição Excelência, atividade que percorreu os diversos modelos de museus a céu aberto localizados na Europa.

Participaram da Expedição Erika Robrahn-González, sócia-diretora da DOCUMENTO, e Ana Carolina Brugnera, representante da Unidade de Negócios de Arquitetura da empresa.

Para dar continuidade a esse trabalho, Ana Carolina Brugnera visitou a Vila Ferroviária de Paranapiacaba, em Santo André.  

A iniciativa visa incorporar, na Plataforma de Negócios da DOCUMENTO, novas formas de dinamizar o tratamento do Patrimônio Cultural.

A Vila de Paranapiacaba é um patrimônio tombado, desde 1987, pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) e, em 2002 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

O local também é candidato, desde 2008, a patrimônio da humanidade pela UNESCO.

O século XIX foi marcado pela arquitetura industrial, que impulsionou o desenvolvimento da arquitetura do ferro e o surgimento das ferrovias. Inicialmente, as Estradas de Ferro foram implantadas na Europa, principalmente na Inglaterra, com intuito de escoar seus produtos com maior eficácia. Logo, este meio de transporte chegou ao Brasil.

Com a necessidade de agilizar o processo de escoamento do café produzido no interior paulista, João Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, iniciou a construção da São Paulo Railway em 1860. Após sete anos a Estrada de Ferro que ligaria o Porto de Santos ao Planalto ficou pronta.  

Junto ao planalto surge, então, a Vila de Paranapiacaba, símbolo do desenvolvimento econômico do Brasil. A vila de trabalhadores, onde o viver sempre estava ligado ao dia a dia da ferrovia, foi projetada pela mesma empreiteira inglesa que construiu a via permanente.  

A paisagem de edificações em pinho de Riga, envolta pela Mata Atlântica, faz parte da identidade local.

Paranapiacaba oferece tanto roteiros culturais ligados à ferrovia, com visitas a Parte Baixa, Vila dos Ingleses; e a Parte Alta, de ocupação portuguesa com ruas estreitas e casas sem recuos; aos museus; e casa da memória. Há também circuitos ecológicos, passando pelas nascentes do Rio Grande e pelas trilhas da Serra do Mar.

A visitação da área pode ser feita sem guias, com agendamento, ou também, por meio do Expresso Turístico da CPTM.

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